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  • CHAMADA DE ARTIGOS PARA EDIÇÃO ESPECIAL SOBRE OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA ÁREA DO PLANEJAMENTO URBANO REGIONAL E DEMOGRAFIA (PLURD)

    2021-07-26

    A área do Planejamento Urbano Regional e Demografia (PLURD) é constituída pela integração de três dimensões, quais sejam: o Planejamento Urbano e Regional, o Desenvolvimento Regional e a Demografia. A unidade entre essas dimensões, principalmente na formulação de políticas públicas, antecedeu a sua institucionalização junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
    Essa etapa foi marcada pelo processo de credenciamento dos primeiros Programas de Pós-Graduação, no início da década de 1970, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 1970; na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1971; na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 1975 e na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 1985. Em meados da década de 1990, a área PLURD ampliou seu escopo de atuação com o advento dos Programas de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional, com o primeiro curso sendo criado em 1994, na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) - RS.
    Ao final dos anos 1990, totalizando mais de trinta anos de atividades, a área PLURD apresentava elevado nível de consolidação. Esse fato foi corroborado pelo acentuado crescimento na oferta de novos programas, principalmente a partir do início deste século. Essa expansão foi intensificada no início deste século e pode ser constatada pelos dados, que apontam a existência de 06 (seis) Programas de Pós-Graduação no ano de 1998, em comparação com o cenário atual, com um total de 49 (quarenta e nove) programas, o que representa uma taxa de crescimento anual média de aproximadamente 10%.
    De todo o exposto, constata-se a contribuição historicamente sustentada do Planejamento Urbano Regional e Demografia (PLURD) no enfrentamento dos desafios da sociedade brasileira, constituindo uma área de concentração cuja unidade e identidade extrapolam o âmbito acadêmico. 
    Com base nessa longa e profícua trajetória da área do Planejamento Urbano Regional e Demografia (PLURD), a Revista Desenvolvimento Regional em debate (DRd), do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade do Contestado, torna pública a Chamada de trabalhos para Edição Especial intitulada: "PPG's da área PLURD: trajetórias e desafios".

    Portanto, a Edição Especial busca reunir textos que versem sobre a constituição dos Programas de Pós-Graduação que integram a área do Planejamento Urbano Regional e Demografia, com destaque para sua trajetória, concepções, características e desafios. O conjunto de trabalhos publicados fomentará a identificação de elementos convergentes e potencialidades, as quais, poderão intensificar a interlocução e fortalecer redes de investigação e cooperação compostas por docentes dos Programas. Em última instância, a edição resultará na composição de um registro da memória da área PLURD, contribuindo para o seu fortalecimento.

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  • Proposta de Dossiê : Agricultura familiar e desenvolvimento regional no Sul do Brasil: análises a partir dos dados do Censo Agropecuário 2017

    2021-05-05

    O IBGE divulgou os dados finais do Censo Agropecuário de 2017 de forma online no SIDRA (Sistema de Recuperação Automática de Dados), consistindo na maior fonte formal de estatísticas dos espaços rurais e da agricultura brasileira. O Censo traz dados da agricultura familiar (AF) e da não familiar (ANF), que podem ser explorados em análises científicas e dos processos de desenvolvimento dos espaços rurais e regiões brasileiras. Além disso, o Censo apresenta uma série de outros indicadores que podem ser usados em cruzamentos e estudos comparativos destas duas formas de agricultura, conforme descrito, abaixo, nos tópicos a respeito dos quais o dossiê pretende estimular estudos entre pesquisadores.

    Há também uma preocupação do próprio IBGE, já manifestada em espaços públicos de debates, também compartilhada por pesquisadores usuários constantes do recenseamento, de que este poderá ser o último Censo da história do país, dado aos seus elevados custos e pouca utilização das estatísticas em pesquisas, planejamentos, formulação de políticas públicas, entre outras utilizações que os dados do Censo permitem.

    Nestes termos e, em função do momento histórico vivido, no campo dos estudos sobre as formas ou tipos de agricultura familiar e sobre o rural como um todo, a pandemia SAR COVID-19 tornou imperativo o uso de dados secundários, haja visto que trabalhos de campo estão “temporariamente” suspensos, tais como entrevistas presenciais. Além disso, e,  a título de exemplo, os dados presentes nos Censos Agropecuários, produzidos e publicados pelo IBGE,  devem ser valorizados e esmiuçados, uma vez que, por serem altamente confiáveis retratam as principais características da agricultura brasileira como nenhuma outra fonte de pesquisa, permitem recortes temporais, regionais e temáticos (observadas as mudanças metodológicas ao longo do tempo) e, conforme já indicado, são fruto de volumosos recursos públicos, embora pequena parcela da sociedade saiba disso e usufrua dos seus resultados.

    Não menos importante é o avanço do tempo e a inevitável defasagem dos dados. Por isso, o estudo minucioso e com técnicas e métodos estatísticos robustos dos dados do Censo Agropecuário 2017 apresenta-se como algo de extrema importância para o momento que se vivencia. Assim, considera-se muito importante a proposição de dossiês como este para dar visibilidade e ressaltar a importância das realizações dos Censos Agropecuários à sociedade brasileira, no meio científico e para o próprio Estado brasileiro (executor dos censos e propositor de ações e políticas públicas).

    Por fim, a ideia do dossiê é que os trabalhos submetidos partam obrigatoriamente da análise dos dados e indicadores sobre a agricultura familiar do Censo Agropecuário de 2017, na Região Sul do país, mas não se restrinjam somente a estes. Além do uso das estatísticas censitárias, pode-se complementar as discussões e análises desenvolvidas com outras investigações que estejam em curso ou já concluídas, cujos resultados não tenham sido ainda publicizados, como resultados de projetos de pesquisa, teses, dissertações, entre outros estudos.

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  • CHAMADA DE ARTIGOS PARA O DOSSIÊ TEMÁTICO N. 1/2021 DA REVISTA DRD

    2020-11-25

    Tema: COOPERATIVISMO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: aportes teóricos, experiências e perspectivas no Brasil e no mundo

    Ementa:

    O cooperativismo, desde sua origem, vem apresentando trajetórias diferenciadas regionalmente ao longo de sua história no Brasil e no mundo, dependendo do contexto socioeconômico-cultural e as condições político-administrativas. No Brasil, a Lei n. 5.764 de 1971, previu os princípios operacionais, além da estruturação e funcionamento das organizações cooperativas.

    Ao longo dos anos, o cooperativismo tem-se expandido para diferentes setores. Atualmente, por indicação da Organização das Cooperativas do Brasil, são sete (7) os ramos de atuação do cooperativismo no Brasil: Agropecuário; Consumo; Crédito; Infraestrutura; Trabalho, Produção de Bens e Serviços; Saúde; Transporte.

    Apesar de sua expansão, tanto no Brasil como mundialmente, uma questão ainda precisa ser aprofundada: qual a efetiva contribuição do cooperativismo no desenvolvimento de regiões, territórios e países, considerando a presença e atuação das diferentes modalidades de organizações cooperativas?

    Motivados por esta interrogação, é que a revista DRd - Desenvolvimento Regional em debate, da Universidade do Contestado (Santa Catarina – Brasil), torna público o presente Edital de Chamada de artigos científicos para o Dossiê Temático Cooperativismo e Desenvolvimento Regional: aportes teóricos, experiências e perspectivas no Brasil e no mundo.

    No atendimento ao tema proposto para o Dossiê Temático, os artigos deverão estar focados em três eixos:

    - (i) aportes teóricos que fundamentam a relação entre cooperativismo e desenvolvimento (local, regional, territorial);

    - (ii) impactos territoriais de experiências de cooperativismo, considerando organizações cooperativas dos diferentes ramos de atuação;

    - (iii) perspectivas dos estudos sobre cooperativismo e desenvolvimento (local, regional, territorial), considerando possíveis impactos sociais, econômicos, ambientais, culturais e na formação educacional, profissional e cidadã.

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