A cidade como cativeiro

Marcos Sardá Vieira

Resumo


Problematizando a condição urbana e social estabelecida no século 19, baseada na razão e nos avanços da técnica, este artigo apresenta uma reflexão sobre a cidade como meio de apropriação do espaço e do tempo da humanidade, preconizando maior atenção na interação com a tecnologia do que em relação as necessidades e desejos humanos particulares. A manutenção desta realidade onde a tecnológica torna-se sagrada, a vida humana secundária e a natureza profana, tende a ser a ordem para a constituição da cultura material em vigor. Desta maneira, a cidade encena o fim da vida como obra de arte e, cada vez mais, se torna um lugar cativo, acionada por dispositivos simultâneos de atração e aprisionamento.

Palavras-chave


Cidade. Modernidade. Técnica. Planejamento urbano.

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DOI: http://dx.doi.org/10.24302/prof.v4i2.1553

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ISSNe 2358-6125