A contribuição de Roberto Esposito no seio da vertente biopolítica italiana
DOI:
https://doi.org/10.24302/prof.v13.6114Resumen
A biopolítica italiana vem ganhando suntuosidade nos últimos anos. Neste terreno, há três autores que se destacam, quais sejam, Antonio Negri, Giorgio Agamben e Roberto Esposito. Este último autor, sobre o qual dedicamos alguns apontamentos neste estudo, se vale de uma vasta gama de autores a fim de levar a cabo suas teses concernentes à biopolítica. Tem-se que, diversamente de Giorgio Agamben e Antonio Negri, também expoentes da corrente biopolítica italiana nos tempos hodiernos, que se restringem ao campo do direito e das humanidades para conceberem seus argumentos, Esposito, por seu turno, o extrapola. Ele toma uma categoria peculiar à área da medicina, e não em senso estritamente jurídico, a saber, imunidade, conditio sine qua non para versar acerca da política ocidental moderna. De toda maneira, para o eminente pensador, a política moderna equivale ao paradigma imunitário. Outrossim, queremos entender que, o filósofo enfrenta os termos “biopolítica” e “imunidade” se valendo de uma perspectiva hermenêutica singular.
Palavras-chave: biopolítica italiana; Esposito; imunidade.
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