Do homo sacer ao iustitium: Agamben e a zona de anomia do estado de exceção

Pedro Lucas Dulci

Resumo


O presente trabalho fala do deslocamento das atenções de Giorgio Agamben do homo sacer para um instituto jurídico romano tão fundamental quanto, o iustitium. Muitos materiais têm sido escritos sobre a obra do filósofo italiano encontrando no primeiro paradigma a chave de leitura privilegiada para sua obra. No entanto, pouca atenção é dada ao segundo paradigma. Procuraremos ampliar os estudos agambenianos reconstruindo sua argumentação sobre esse deslocamento em relação com a teologia política de Carl Schmitt e o messianismo de Jacques Derrida.

Palavras-chave


Homo sacer. Iustitium. Estado de exceção. Agamben. Schmitt.

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DOI: http://dx.doi.org/10.24302/prof.v4i2.1408

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ISSNe 2358-6125